A ÁRVORE DA MORTE
As obrages tiveram papel muito importante no processo de exploração do Oeste do Paraná, especialmente das localidades às margens do Rio Paraná. E tem-se por consenso o perfil extremamente violento dos obrageiros.
Conta-se, em diversos municípios do oeste do Paraná, que havia um argentino que vivia nas barrancas do Rio Paraná, explorador de uma extensão de terras na atual região de Itaipulândia. Este, contratava apenas homens solteiros para o trabalho.
Como o trabalho era forçado e muito exaustivo, muitos deles não suportavam e “pediam a conta” para irem embora da propriedade. O argentino gentilmente “fazia o acerto” pagando ao funcionário todos os seus honorários. Assim que saía do local, o obrageiro mandavam capangas executarem o ex empregado, enforcando-o numa determinada árvore e pegando de volta todo o seu dinheiro. Não bastasse, todos os mortos tinham seu nome entalhado na árvore.
LENDA DA MULHER CORUJA
A LENDA DA MULHER CORUJA: Os Armazéns, as Vendas, os Secos e Molhados, os Bolichos, ou qual quer que fosse a denominação para os pequenos estabelecimentos comerciais, fizeram parte do início da história de colonização e povoamento de diversos municípios paranaenses. Conta-se que numa dessas cidades, Ipiranga, havia um casal que era proprietário de um Armazém. Mantinham o seu estabelecimento dentro da normalidade, até chegar o dia a partir do qual começaram a ouvir barulhos vindos do Armazém. No outro dia, o encontravam todo bagunçado, e com doces e sabão comidos. E isso voltava a se repetir com frequência. Numa certa noite, ao ouvirem o barulho novamente, criaram coragem que até então não tinham, pegaram um velho lampião de querosene e foram até o armazém para ver o que estava acontecendo. Imaginavam encontrar ratos, raposa, algum cachorro esfomeado... mas qual não foi a surpresa quando avistaram nada mais nada menos que uma coruja. Mas não era uma coruja qualquer, era uma CORUJA! En...

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